Mês das Crianças – Projetos de Extensão

Esta edição dos projetos de Extensão do Mês das Crianças fala sobre aqueles que transformam as nossas vidas desde muito cedo. Eles não só ensinam, como abrem portas para sermos “livres de pensamento”… Acertou quem pensou no professor e na professora. É necessário valorizar e incentivar o trabalho desse profissional, que serve de alicerce na infância e juventude. O mês de outubro é do professor e da professora também!

Conheça os projetos de extensão:

Encontros com professores da Educação Infantil – diálogos sobre avaliação: o objetivo é garantir espaços e tempos de formação continuada sobre o tema da Avaliação na EI. Voltado a oferecer encontros para professores de Duque de Caxias e região, a se realizarem na Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, propõe reflexões sobre o tema da avaliação na Educação Infantil numa perspectiva dialógica, ou seja, pretende oferecer escutas e diálogos sobre o tema visando a uma construção coletiva.

Ensinar e aprender geografia nos anos iniciais: saberes em diálogo na formação de professores: visa, articulando de modo indissociável ensino e pesquisa, contribuir para a educação pública, especialmente nas áreas periféricas do Rio de Janeiro, no que compete à formação inicial e continuada de professores que atuam/atuarão no ensino de Geografia, especialmente do primeiro ao quinto ano.

Formação de professores: ensino-aprendizagem da leitura e da escrita em contextos multiculturais e inclusão: o objetivo é a análise de dados produzidos em oficinas de leitura e escrita realizadas com crianças, buscando compreender que sentidos as crianças (re)constroem coletivamente e cooperativamente a partir das leituras realizadas e como esses sentidos afetam a relação delas especialmente com a leitura e com a aprendizagem da língua, marcando processos identitários e suas subjetividades.

Formação para a alfabetização e o letramento escolar: saberes e práticas: a proposta se inscreve no contexto das reflexões sobre os saberes docentes em alfabetização e tem como matriz inspiradora tanto o universo das políticas educacionais mais amplas, marcadas pela busca de uma maior efetividade, quanto as garantias de acesso e permanência na escola, além das demandas da própria escola, especialmente da escola pública da Baixada Fluminense.

Gênero, sexualidades e cotidiano escolar: audiovisualidades em movimento na produção de saberesfazeres em contextos contemporâneos: a proposta é desenvolver ações, com o uso de tecnologias digitais remotas, para constituir uma rede educativa de combate à violência de gênero, violência doméstica, LGBTIfobia e outras formas de abuso e violência. Pretende-se, assim, constituir uma rede de proteção dentro e fora do cotidiano da escola.

Grandes desafios: refletindo sobre a complexidade das escolas municipais da Baixada Fluminense: a proposta é desenvolvida a partir de uma perspectiva pós-estruturalista que tem sido produtiva para o desenvolvimento de outras possibilidades de significar a escola, de significar as relações que se estabelecem entre os diferentes agentes em atuação na escola, para mantê-la presente na vida de parte significativa dos estudantes.

Sambando a gente aprende: uma experiência de formação pedagógica em espaços não escolares: visa contribuir para o processo de desenvolvimento artístico, cultural e cognitivo de crianças e adolescentes que têm as escolas de samba como referência e também favorecer uma experiência de formação global para estudantes do curso de licenciatura em Pedagogia da UERJ – FEBF.

Trajetos infantis: poéticas de aprender, políticas da proximidade e um ethos da amizade: busca investigar a noção de zona de vizinhança, expandindo-a como conceito, visando o que ela nos permite pensar quando tomamos antigos binarismos: centro/entorno dentro/fora, percepção/linguagem, real/imaginário, não como dicotomias, mas como trânsitos, misturas e devires. Encontramos o povo criança da Baixada Fluminense, para compor nossos planos, em seus lugares de estar: a escola, o quintal, a favela do lixão, o ferro-velho… O que nos leva a perguntar: quais são os lugares das crianças na contemporaneidade? Que lugar a infância ocupa em Duque de Caxias?

Cartografia para crianças: Uma proposta para a alfabetização cartográfica: o projeto pretende desenvolver a aprendizagem da linguagem cartográfica desde a educação infantil até o ensino fundamental, usando o desenho como recurso inicial na educação infantil e diversas formas de representações cartografias à medida que os alunos do ensino fundamental adquiram maturidade. Nesta abordagem, serão considerados os estudantes das redes municipal, estadual e privada localizadas no estado do Rio de Janeiro.

Clube de Ciências da FFP: integrando educação científica e formação docente: tem como objetivo ser um ambiente não formal de ensino e aprendizagem em Ciências para estudantes da educação básica das escolas públicas do entorno da Faculdade de Formação de Professores da UERJ. Neste espaço, os estudantes poderão vivenciar atividades de iniciação ao ensino de Ciências por investigação e também atividades lúdicas e reflexivas que os auxiliem no desenvolvimento das habilidades para a educação científica.

Juventude e espaços populares: trajetórias formativas para\com a universidade: o projeto pretende se constituir como um ambiente de diálogo e um campo de possibilidades na relação entre os jovens populares que ingressam na Universidade e os demais jovens, estudantes ou não, que desenvolvem, na cena urbana, ações territorialidades em busca de lazer e cultura, mas sobretudo pelo reconhecimento e visibilidade política.

Letrajovem: oficinas de língua portuguesa na perspectiva dos letramentos críticos para crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social: busca a construção de referenciais teórico-metodológicos para o trabalho pedagógico com a linguagem envolvendo grupos de crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social, numa abordagem pautada pela valorização da diversidade e pela ênfase nas práticas socioculturais de linguagem e nos (multi) letramentos críticos.

#PraTodosVerem

Imagem com o título, escrito em branco, diz: “Mês das Crianças”. No canto superior, temos a logo da PR3. Ao redor da imagem, ilustrações que representam os projetos, como: criança escrevendo sobre uma folha; tambor com baquetas; microscópio; móbile de berço com lua, nuvem e estrelinha; mulheres e menina em marcha com bandeiras; globo terrestre de mesa… No centro, escrito na cor cinza, a lista dos projetos: Encontros com professores da Educação Infantil – diálogos sobre avaliação; Ensinar e aprender geografia nos anos iniciais; Formação de professores: ensino-aprendizagem da leitura e da escrita em contextos multiculturais e inclusão; Formação para a alfabetização e o letramento escolar; Gênero, sexualidades e cotidiano escolar: audiovisualidades em movimento na produção de saberesfazeres em contextos contemporâneos; Grandes desafios: refletindo sobre a complexidade das escolas municipais da Baixada Fluminense; Sambando a gente aprende: uma experiência de formação pedagógica em espaços não escolares; Trajetos infantis: poéticas de aprender, políticas da proximidade e um ethos da amizade; Cartografia para crianças: Uma proposta para a alfabetização cartográfica; Clube de Ciências da FFP: integrando educação científica e formação docente; Juventude e espaços populares: trajetórias formativas para\com a universidade e Letrajovem: oficinas de língua portuguesa na perspectiva dos letramentos críticos para crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social.

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